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SUVs mais vendidos em julho: novo RAV4 salta quase para o pódio

 
Um dos maiores fenômenos comerciais do mercado brasileiro nos últimos anos, o Compass foi o grande destaque de julho entre os SUVs médios/grandes. Com 6.171 emplacamentos, o Jeep produzido em Goiana (PE), dono de mais de 56% das vendas da faixa intermediária, superou as 6.162 unidades de outubro para registrar seu novo recorde.
 
Vice-líder com sobras, o VW Tiguan (1.244) mais do que triplicou o resultado do mesmo período de 2018. A briga pela terceira posição, no entanto, foi acirradíssima: apesar de perder quase 30% dos compradores no período, o Hyundai ix35 (586) teve seu mês mais forte no ano.
 
Veio da Toyota o outro destaque de julho. Apenas 3 unidades atrás do Hyundai, o RAV4 (583), agora comercializado em versão híbrida nesta nova geração, atingiu seu resultado mais expressivo desde março de 2015 (769). O Mitsubishi ASX completou o top 5 com apenas 1 unidade à frente do Kia Sportage (388 x 387), sendo o sul-coreano em baixa (-10,6%).
 
Sétimo, o Chevrolet Equinox (329) viu a perigosa aproximação do Caoa Chery Tiggo 7 (317), este com seu novo recorde de vendas em seu sexto mês de mercado. Atrás do Peugeot 3008 (220) e do Mitsubishi Eclipse Cross (216), o Hyundai Tucson (215) não vendia tão pouco desde fevereiro de 2017 (195). Da 13ª posição em diante, apenas o Honda CR-V (72) teve incremento nos números de emplacamentos (+35,9%).
 
 
Na faixa de cima, o Toyota SW4 (1.193), mesmo em retração nos últimos 12 meses (-8,4%), registrou avanço de quase 10 pontos percentuais de participação de mercado em relação a junho. Com queda um pouco menor, o Chevrolet Trailblazer (296) repetiu o segundo lugar.
 
Mas não foi fácil: com o reforço da versão Sport, o Mitsubishi Pajero ficou apenas 10 unidades atrás (286), com crescimento de mais de 200% sobre 2018. Gigante norte-americano, o Chevrolet Suburban, sem importação oficial, conquistou um consumidor no país.
 
 
Observação: Os números do Jeep Grand Cherokee também incluem os do Cherokee, já que a Fenabrave não realiza a segregação.

Fonte: motor1.uol.com.br