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Autopeças atingem déficit de US$ 3,2 bi no 1º semestre

A balança comercial de autopeças atingiu no acumulado até junho US$ 3,2 bilhões de déficit. O valor é 21,7% mais alto que o registrado no primeiro semestre do ano passado. As exportações no período cresceram 13,5% e somaram US$ 3,9 bilhões, mas as compras do exterior avançaram 17,1%, atingindo US$ 7,1 bilhões.
 
A China permanece como maior fornecedor de componentes automotivos ao Brasil e encerrou o semestre com US$ 885,3 milhões em vendas. Sozinha ela respondeu por 12,5% de todas as autopeças adquiridas pelo Brasil do exterior. 
 
Permanecem na segunda e terceira posições a Alemanha (US$ 883,6 milhões, 11,7% de participação) e os Estados Unidos (US$ 791,8 milhões, 11,2% do total importado). Dos 20 maiores fornecedores, somente Coreia do Sul e França registraram queda em suas vendas ao Brasil. 
 
Do lado oposto, a Argentina permanece como principal comprador dos componentes brasileiros, apesar da crise interna. Para lá foram o Brasil enviou US$ 1,16 bilhão em autopeças, 11,3% a mais que na primeira metade do ano passado. O país vizinho respondeu por quase um terço (exatos 29,9%) de todas as autopeças exportadas pelo Brasil. 
 
Os Estados Unidos são o segundo maior destino, mas o total exportado para lá (US$ 682,6 milhões) é pouco mais que a metade do que vai para a Argentina.

Fonte: automotivebusiness.com.br